Digo que não estou lendo este livro. Eu o estou rezando.
“Há certos dias em que acordo com uma esperança demencial”;
“Peço a vocês que paremos para pensar na grandeza que ainda podemos pretender se ousarmos avaliar a vida de outra maneira. Peço a nós esta coragem que nos situa na verdadeira dimensão do homem” (morri!);
“Não há outro modo de atingir a eternidade a não ser aprofundando-se no instante”
“Toda vez que perdemos um encontro humano, alguma coisa se atrofia em nós”
“… a eternidade da alma na humildade de uma prece”.
Estou lendo este livro pela segunda vez. Aos 23, grifei de lápis e agora aos 25 estou grifando em azul.
Repito: grifem seus livros! Não tem álbum de fotografia melhor sobre a sua cabeça!