Na Avenida Sumaré…

… tem pitangueiras, amoreiras, sibipirunas, ipês e umas árvores retorcidas que eu não sei o nome! Tem uma subida que a gente não percebe de carro, mas que quando faz caminhando, tem vontade de abraçar as colunas do viaduto do metrô – que é onde ela termina (foto).

Tem também um apartamento no sétimo andar de um prédio, onde há uns dois meses mora esta que vos escreve. Lá, já tem quadros, sofás, estante, enfeites, puffs e camas. Armário, geladeira, máquina de lavar roupa, tevê. Tem tomadas novas e branquinhas, que entraram no lugar das velhas e cinzas, graças ao carinho de um padrinho, que também pôs varal, prateleiras bonitinhas, luminárias, luzes que transformaram o banheiro num camarim, porta-toalhas, e tentou tirar o chuveiro da parede daquilo que se quer transformar em lavabo (só que o teimoso não saiu, porque o registro estava espanado. Mas isso é outra história).
Tem internet rápida (e aberta para a geral) e um fogão que está na caixa há uns 40 dias, porque a moradora do apartamento não é muito de fazer comida mesmo e tem preguiça de ficar em casa no sábado pro moço da assistência técnica ir instalar. Ah… tem mesinha de boteco e azulejo de arvorezinha na cozinha – tão bonitinho que só vendo mesmo. E a sanduicheira e a cafeteira, que são os eletrodomésticos que mais trabalham na casa.
Na porta de entrada tem uma correntinha de passarinhos de origami azuis.
Três das quatro chaves que foram feitas ficam na portaria e apenas uma no chaveiro da dona do ap- elas foram indo pra lá por motivos diversos e não voltam porque dificilmente vai-se tomar a iniciativa de descer só para resolver isso. Tem um copo de liquidificador, separado de sua base, que ainda está na casa antiga. E dois bules no jogo de louça, por mais que nunca se tenha usado nenhum.
Assim como a avenida, o apartamento é cheio de plantas. Só não sabemos se elas sobreviverão ao banho de água com omo que tomaram hoje cedo- pois estavam no tanque na hora em que a máquina de lavar entrou no enxague. Torçamos =)
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Silly, mas fazia tempo que eu queria escrever sobre o Ap!
Agora… tá na hora de vencer a preguiça e deixá-lo um pouco, para ir dar uma volta por sp!
Bisou!
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About isabelcolucci

Isabel >> 12 de junho de 1985 >> nascida em São Paulo, criada em Floripa >> jornalista, formada pela Universidade Federal de Santa Catarina >> morou em São Paulo >> morou em Brasília >> virou mãe >> mora em Floripa. Coordenou o Núcleo de Inclusão Digital da Fundação Padre Anchieta / TV Cultura de São Paulo, onde participou da discussão da mudança da legislação brasileira para lanhouses e centros de inclusão digital.Integrou a equipe que implantou as transmissões online e participativas dos programas da TV Cultura via internet e criou a presença da instituição em redes sociais. Participou do grupo de especialistas que avaliou a pesquisa TIC Lan Houses, do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Pesquisa e se envolve em projetos de usos da tecnologia para a transformação social.

3 respostas para ‘Na Avenida Sumaré…

  1. amei esse texto do seu ap. com o tempo algumas frases indecifráveis tomavam sentindo quando se dia algo como sendo seu, ou que estava lá. acredito que se eu morasse sozinha a sanduicheira e a máquina de lavar seria os eletros que iriam dominar a casa. E com certeza, acredito que se eu comprasse um fogão eu o deixaria lá. Maior barato, como eu me indentifiquei até mesmo, na bagunça, na preguiça de cozinhar, nas plantas que tomaram agua de exague…rs! Boa sorte tá!

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